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Alexandre Mandl
Alexandre Mandl
Alexandre Mandl é advogado constituído nos autos. É membro do coletivo jurídico do MNRC e da RENAP (Rede Nacional de Advogados(as) Populares). É especialista em Direito Constitucional pela Puc-Campinas. É membro da Esquerda Marxista, tendência brasileira da Corrente Marxista Internacional.


Altamiro Borges
Altamiro Borges
Jornalista, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, militante do PCdoB e autor do livro "A ditadura da mídia"
Antônio Augusto Queiroz
Antônio Augusto Queiroz
Jornalista, analista político e Diretor de Documentação do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).
Douglas Belchior
Douglas Belchior
historiador e integrante da Uneafro Brasil (União de Núcleos de Educação Popular para Negros, Negras e Classe Trabalhadora).
FITERT
FITERT
Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão
Jacy Afonso de Melo
Jacy Afonso de Melo
Bancário, é Secretário de Organização da CUT Nacional.
Jorge Luiz Souto Maior
Jorge Luiz Souto Maior
juiz do Trabalho e professor da Faculdade de Direito da USP.
Juliana Almeida
Juliana Almeida
Radialista e jornalista
Manoel Vicente dos Santos 'Kid Noel'
Manoel Vicente dos Santos 'Kid Noel'
Radialista, jornalista, secretário de Imprensa da FITERT e professor de História formado pela UFMS.
Nicola Manna Piraino
Nicola Manna Piraino
Advogado do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e da FITERT
Rosane Berttoti
Rosane Berttoti
Secretária de Comunicação da CUT Nacional e coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
Sally Burch
Sally Burch
jornalista da Alai (Agência Latinoamericana de Informação)
www.alainet.org

Vilson Vieira Jr.
Vilson Vieira Jr.
Jornalista, associado ao Coletivo Intervozes e mestrando em Ciências Sociais na
28/05/2012
Gênero
por: FITERT

Gênero refere-se às diferenças entre homens e mulheres. Ainda que gênero seja usado como sinônimo de sexo, nas ciências sociais refere-se às diferenças sociais, conhecidas nas ciências biológicas como papel de gênero. Historicamente, o feminismo posicionou os papéis de gênero como construídos socialmente, independente de qualquer base biológica. Pessoas cuja identidade de gênero difere do gênero designado de acordo com o sexo, são normalmente identificadas como transexuais ou transgêneros.
Nós radialistas, que trabalhamos nos meios de comunicação, como emissoras de Televisão, Rádios e produtoras e também como freelancer em casamentos, formaturas, bailes etc., sofremos muito preconceito, principalmente quando a opção é a do homossexualismo. Tanto homem como a mulher, sofre muito porque o ser humano ainda não sabe separar as diferenças e na maioria das vezes acha que você ser gay, lésbica e ou outros termos pejorativos que se dão, que isto é uma doença e não uma escolha sexual e que muitas vezes também já vem de heranças passadas. Você já nasce, não se torna gay, certo? Existe muito assédio sexual dentro das empresas o que gera o assédio moral, que é aquele tal de: se passar para alguém o que aconteceu aqui, te mando embora! Na época que eu trabalhei na extinta Manchete em Maceió, um supervisor me cantou e queria o que todo homem deseja: me levar para a cama. Como eu não aceitei, porque não fazia meu tipo e também eu estava casada na época, me privou de fazer o meu trabalho. Eu era diretora de TV e fazia os caracteres em um programa de calouros e como era muito precária a mesa, eu ajudava colocando efeitos na tela e o apresentador da época gostava muito. Foi quando ele (o tal) me proibiu de usar os efeitos, prejudicando o meu trabalho. Tive que conversar com o apresentador e daí ele foi até o superior e eu fui liberada para trabalhar da minha maneira. Coisas assim são revoltantes, mas acontece muito.
Quanto à participação das mulheres radialistas em movimentos sindicais e federativos, essa é muito fraca. Eu mesma estava participando da Rede de Mulheres Uni Brasil até dezembro do ano passado, onde fizemos alguns projetos e encontros. Contudo, a rede não é apenas de radialistas e comunicadores, e sim de qualquer entidade sindical filiada a UNI, mas infelizmente este ano, algumas entidades saíram e não tivemos ainda nenhuma reunião de planejamento. Então a ideia, é formar uma Rede de Mulheres Radialistas do Brasil Fiterteanas e é neste encontro que irá acontecer dias 28, 29 e 30 de junho no Rio Grande do Norte, na cidade de Natal que esperamos ter um bom número de mulheres para que, com os contatos das inscrições, eu possa convocar uma reunião até online para ir, na medida do tempo, acumulando ideias e propostas para a formação dessa rede. Precisamos unir rumo a a igualdade de condições pois, mesmo o Brasil sendo um país onde o preconceito aparentemente é menor que em outros países como, por exemplo, os europeus, AQUI, AINDA SOMOS VÍTIMAS DE PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO, HAJA VISTA EM PLENO SÉCULO XXI, MULHERES QUE EXERCEM O MESMO CARGO E POSSUEM GRAU DE ESCOLARIDADE IDÊNTICO DE HOMENS NUMA DADA EMPRESA RECEBEREM REMUNERAÇÃO INFERIOR.

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