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Alexandre Mandl
Alexandre Mandl
Alexandre Mandl é advogado constituído nos autos. É membro do coletivo jurídico do MNRC e da RENAP (Rede Nacional de Advogados(as) Populares). É especialista em Direito Constitucional pela Puc-Campinas. É membro da Esquerda Marxista, tendência brasileira da Corrente Marxista Internacional.


Altamiro Borges
Altamiro Borges
Jornalista, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, militante do PCdoB e autor do livro "A ditadura da mídia"
Antônio Augusto Queiroz
Antônio Augusto Queiroz
Jornalista, analista político e Diretor de Documentação do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).
Douglas Belchior
Douglas Belchior
historiador e integrante da Uneafro Brasil (União de Núcleos de Educação Popular para Negros, Negras e Classe Trabalhadora).
FITERT
FITERT
Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão
Jacy Afonso de Melo
Jacy Afonso de Melo
Bancário, é Secretário de Organização da CUT Nacional.
Jorge Luiz Souto Maior
Jorge Luiz Souto Maior
juiz do Trabalho e professor da Faculdade de Direito da USP.
Juliana Almeida
Juliana Almeida
Radialista e jornalista
Manoel Vicente dos Santos 'Kid Noel'
Manoel Vicente dos Santos 'Kid Noel'
Radialista, jornalista, secretário de Imprensa da FITERT e professor de História formado pela UFMS.
Nicola Manna Piraino
Nicola Manna Piraino
Advogado do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e da FITERT
Rosane Berttoti
Rosane Berttoti
Secretária de Comunicação da CUT Nacional e coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
Sally Burch
Sally Burch
jornalista da Alai (Agência Latinoamericana de Informação)
www.alainet.org

Vilson Vieira Jr.
Vilson Vieira Jr.
Jornalista, associado ao Coletivo Intervozes e mestrando em Ciências Sociais na
30/08/2013
kkok
por: 
ASSÉDIO MORAL AGORA VIROU MODA, SAÍ CAPETA !!!
Com a modernidade e as novas tecnologias batendo à porta, as emissoras de radio e televisão são uma das principais alavancas para difusão da palavra sagrada, propiciando dessa forma que as igrejas de várias denominações possam  arrebanhar cada vez mais ovelhas para serem pastoreadas. Entretanto, as posições de alguns líderes religiosos destoam e muito daquele  DEUS justo e fraterno que conhecemos. Aqui em Belém do Pará, a Fundação Nazaré de Comunicação, demite funcionários em gozo de benefício maternidade,  obrigam seus trabalhadores a exercer acumulo de função sem remunerá-los devidamente, além de outras irregularidades, tudo em nome da “ obra do Senhor”. Outra “empresa”  a  Produtora da OSPAN (Obras Sociais da Paróquia de Nazaré) não reajusta os salários de seus trabalhadores há pelo menos 18 meses, ambas as empresas citadas são ligadas à Igreja Católica.
Recentemente  em Belo Horizonte um Pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, exagerou na dose e irritado como o Operador de Som humilhou o trabalahdor  publicamente, chamado de incompetente e de acordo com testemunhas, o “pastor” bradava  em alto e bom som para que toda a assembleia escutasse a seguinte frase  “ Ali está o demônio, ele que estraga tudo, é aquele rapaz ali em cima. Queima este demônio aí em cima, queima, queima ele, mande ele embora, pois ele é o demônio que está estragando a nossa reunião". O resultado disto foi uma ação movida contra a Igreja que resultou na condenação da mesma em R$ 50 mil, no caso o Juiz da 3ª Vara do Trabalho de BH constatou a existência do dano moral. (Processo: RR-1778-30.2010.5.03.0136)
Agora, outra  “Igreja” tem seu nome envolvido em escândalo parecido. Um Pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus, tratava  de burrinho, macaquinho e jegue,  um empregado da Igreja  que  era constantemente chamado  dessas formas pelo bispo responsável pela igreja e por outros pastores. Contratado como Editor de Vídeo, o empregado radialista chegou a exercer também a função de supervisor do programa do bispo e sofria essas ofensas sempre que havia um imprevisto ou algum erro na produção do programa.

Os fatos foram confirmados por testemunhas, que contaram que o bispo ria e achava graça da situação. Ainda de acordo com as testemunhas, o reclamante chegou a ser colocado sem trabalhar, durante três dias, na cozinha do estabelecimento. Para a 2ª Turma do TRT-MG, que acompanhou o voto do desembargador Anemar Pereira Amaral, o assédio moral ficou plenamente caracterizado, justificando a reparação por parte do empregador. Por esse motivo, a sentença que julgou procedente o pedido de indenização formulado pelo reclamante foi confirmada pelos julgadores. No entanto, o valor fixado em 1º Grau foi reduzido para R$ 15 mil.

"A figura do assédio moral se caracteriza pela conduta abusiva do empregador ao exercer o seu poder diretivo ou disciplinar, atentando contra a dignidade ou integridade física ou psíquica de um empregado, ameaçando o seu emprego ou degradando o ambiente de trabalho, expondo o trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras. Existindo prova de tais fatos nos autos, é devida a respectiva indenização reparadora", constou da ementa do voto.  ( 0000788-40.2012.5.03.0016 RO ).


Com informações do site do TST e
Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região

Luiz Cunha
Presidente do Sindicato dos Radialistas do Pará.
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