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Alexandre Mandl
Alexandre Mandl
Alexandre Mandl é advogado constituído nos autos. É membro do coletivo jurídico do MNRC e da RENAP (Rede Nacional de Advogados(as) Populares). É especialista em Direito Constitucional pela Puc-Campinas. É membro da Esquerda Marxista, tendência brasileira da Corrente Marxista Internacional.


Altamiro Borges
Altamiro Borges
Jornalista, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, militante do PCdoB e autor do livro "A ditadura da mídia"
Antônio Augusto Queiroz
Antônio Augusto Queiroz
Jornalista, analista político e Diretor de Documentação do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).
Douglas Belchior
Douglas Belchior
historiador e integrante da Uneafro Brasil (União de Núcleos de Educação Popular para Negros, Negras e Classe Trabalhadora).
FITERT
FITERT
Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão
Jacy Afonso de Melo
Jacy Afonso de Melo
Bancário, é Secretário de Organização da CUT Nacional.
Jorge Luiz Souto Maior
Jorge Luiz Souto Maior
juiz do Trabalho e professor da Faculdade de Direito da USP.
Juliana Almeida
Juliana Almeida
Radialista e jornalista
Manoel Vicente dos Santos 'Kid Noel'
Manoel Vicente dos Santos 'Kid Noel'
Radialista, jornalista, secretário de Imprensa da FITERT e professor de História formado pela UFMS.
Nicola Manna Piraino
Nicola Manna Piraino
Advogado do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e da FITERT
Rosane Berttoti
Rosane Berttoti
Secretária de Comunicação da CUT Nacional e coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
Sally Burch
Sally Burch
jornalista da Alai (Agência Latinoamericana de Informação)
www.alainet.org

Vilson Vieira Jr.
Vilson Vieira Jr.
Jornalista, associado ao Coletivo Intervozes e mestrando em Ciências Sociais na
29/04/2014
A intervenção do Estado nas Entidades Sindicais
por: Antônio Edisson Peres "Caverna"
Embora expressamente vedada pela Constituição Federal, a intervenção do Estado nas organizações sindicais continua a acontecer. Verdade que não é mais uma “intervenção brutamontes” como no tempo da Ditadura Militar - quando os generais afastavam a direção eleita e colocavam lá quem queriam. É algo mais sutil, mas mesmo assim muito danoso.

A manutenção financeira dos Sindicatos de Trabalhadores com certeza sempre será feita pelos trabalhadores que tenham consciência de classe e neste caso as assembleias das categorias mostram a forma democrática para que estes recursos sejam destinados às entidades.

É aqui que a mão dura do Estado tem se feito sentir. Buscam inviabilizar a sustentação financeira das entidades.

Na contramão do processo de liberdade sindical está primeiro o Ministério Público do Trabalho e depois o TST, que não aceitam esta forma de manutenção das entidades sindicais para a luta contra o capital.

Têm sido cada vez mais comuns as ações judiciais para impedir os sindicatos de cobrar o chamado “desconto assistencial” dos não associados – que nada mais é que justiça financeira. O Sindicato luta e negocia o dissídio coletivo para todos e os que não são sócios lucram com isto, mas ficam isentos de colaborar para a entidade que garante seus direitos.

Vários sindicatos sofrem hoje esta forma de intervenção do Estado nas lutas do trabalhadores e para isso temos que começar a pensar em novas formas de partir para o enfrentamento dos representantes do capital.
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