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06/04/2016
Assembleia dia 07/04 na sede do SINTERP
Do Sindicato dos Radialistas da Bahia
 
Os vampiros da comunicação sugam até a última gota de sangue dos trabalhadores e, cada vez mais, têm desejo e fome, gananciosamente. Sugam toda energia e a vitalidade dos trabalhadores, mas na hora de pagar, nos apresentam uma proposta descabida e imoral. Somos nós os culpados pelas demissões, pela precarização do mercado, pelas terceirizações, pela redução dos salários, pelos assédios, pela sonegação dos impostos que eles vêm realizando? Paguem  o que é nosso e não venham com propostas de R$ 80,00 de reajuste!
 
Como morcegos famintos abocanham o corpo de um dos mais considerados investimentos públicos  do país que são  as verbas publicitarias e hoje pousam de coitadinhos no cenário montado por eles . Vêm sugando o país há décadas e, agora, querem destruir de vez a vaca gorda que os alimentou, pregando a apologia ao crime, excitando a ira da população,  botando cada vez mais  lenha na fogueira apresentada como crise, instalada por eles mesmos através do estímulo ao aumento de preços e da inflação. Tudo bem planejado como as raposas de asa gostam!
 
Quem não se lembra da hiperinflação vivida nos anos 80? No Brasil, a hiperinflação ocorreu entre as décadas de 1980 e 1990, quando a inflação galopante chegou a superar os 80% ao mês, ou seja, o mesmo produto chegava a quase dobrar de preço de um mês para o outro. Dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostram que entre 1980 e 1989, a inflação média no país foi de 233,5% ao ano. Na década seguinte, entre os anos de 1990 e 1999, a variação anual subiu para 499,2%.
 
Foram cerca de 15 anos de inflação acima de dois dígitos e de correção monetária. Comerciantes remarcavam diariamente os preços dos produtos, que sumiam rapidamente das prateleiras, já que a população estocava alimentos por temer as sucessivas altas. Preços e salários eram reajustados automaticamente assim que era divulgada a inflação do mês anterior, criando o efeito bola de neve, em que a inflação de um mês era imediatamente repassada para o mês seguinte. Quem mais perdia com a hiperinflação eram os mais pobres, que não podiam se defender das perdas colocando o dinheiro em aplicações que rendessem juros diários e acompanhassem a desvalorização da moeda.
 
Precisamos conhecer a história do Brasil para lembrarmos que essa inflação foi gerada pelo governo militar que tanto vocês desejam, e que perto daquilo o que vivemos não é nada. Mas as emissoras de RTV fazem questão de dizer que agora é o pior momento do país. Será mesmo?. Os patrões reclamam que não tiveram lucros, mas o que acontece é que eles querem rios de dinheiro e quando não têm lucros estrondosos, dizem que não podem dar aumento, transferindo a competência para o  trabalhador pagar a conta. Agora não! Aqui vemos os sinais da existência dos vampiros da comunicação: pura ganância, mentiras demasiadas, chantagens constantes, muita  pressão psicológica,  matérias infundadas, até falas e imagens compradas ou distorcidas. Essa é a grande mágica do negócio e dos  lucros exorbitantes que sempre tiveram. Estão usando como desculpa a crise que eles mesmos fazem questão de apregoar, para não dar um reajuste digno!
 
Quem causou demissões em massa? Quem precarizou o mercado? Foram os trabalhadores? Por que agora temos que pagar por sua incapacidade administrativa? Ironicamente eles se preocupam em  criar um fundo de reserva (armazenar dinheiro)  tirando o pão da boca dos que os alimentaram o ano inteiro, que são os trabalhadores, e continuar garantindo o dinheiro livre  para realizar seu intento.  Precisamos reagir ou nos colocam uma corda no pescoço  com muitas chibatadas nas costas! Não podemos permitir isso! Precisamos  nos unir e cobrar juntos!  R$80,00 de reajuste é o que você quer? Então reaja dizendo não! Para dizer não à proposta dos patrões compareça à assembleia que será realizada no dia 07/04 (quinta-feira), às 19h, na sede do SINTERP/BA, na Avenida Sete de Setembro, 106, Ed. Baía de Todos os Santos, salas 501 a 503, Centro. Telefone: (71) 3266-9595.


Fonte: Do Sindicato dos Radialistas da Bahia
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