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08/07/2015
Fitert e CUT contra o adiamento na liberação do PIS
Em nota oficial, a CUT repudia a nova medida tomada pelo Governo Federal em relação ao pagamento do PIS (Programa de Intenção Social). Isso porque a nova medida aumenta o número de parcelas de quatro para nove. Assim como a Central, a Fitert também é contrária à decisão do prolongamento, uma vez que prejudica o direito garantido do trabalhador.

Segue abaixo a nota oficial da CUT:

A CUT é contra o fato de o governo federal ter decidido alterar o calendário de pagamento do abono salarial do PIS (Programa de Integração Social) aos trabalhadores. Em lugar de pagar em quatro parcelas, como tradicionalmente acontece, o governo passará a repassar o abono em nove.
A CUT é contra a medida, e deixou isso bastante claro no Conselho Deliberativo do FAT (Codefat), pois isso penaliza os trabalhadores e trabalhadoras que têm direito ao abono e que serão obrigados a ver seu dinheiro chegar com atraso.
A medida vai reter recursos no caixa do governo, que poderá usá-lo para aplicações ou gastos diversos, às custas de uma verba que, além de lhes ser de direito, já faziam parte do planejamento daqueles que a recebem.
Os trabalhadores e trabalhadoras não podem, mais uma vez, pagar a conta e sofrer as consequências de uma crise causada pelo capital.
Desde que foi criado, o abono é pago a partir de julho até outubro. Com a mudança anunciada pelo governo, o repasse do dinheiro deste ano só estará completo em março do ano seguinte.
A CUT defende que o governo federal reveja essa decisão prejudicial aos interesses da classe trabalhadora. Vamos nos mobilizar para atingir tal objetivo.


Fonte: Da redação, com a CUT Nacional.
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